sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

O Lado B de Angelo Martorell

Tão difícil quanto nunca ter visto um comercial criado por ele é você nunca ter dançado ao som do Lado B de Angelo Martorell, que se divide entre a redação, na AMP, e a atividade de DJ residente do 5ªtiva, no Martin Cererê. Formado em Comunicação Social, Publicidade e Propaganda pela UFG. Em 2004, foi o Publicitário do Ano no Prêmio Jaime Câmara. Mas o Filé foi até lá pra dançar um pouco e conhecer melhor o DJ Angelo Martorell.

Foto: Samuka

Filé060: O que começou primeiro, o lado DJ ou o lado publicitário?

Angelo: Começaram juntos. Eu comecei a discotecar enquanto estudava. O meu interesse pela música é antigo, desde a adolescência eu adorava ouvir músicas com meus amigos. Quando entrei na faculdade, os dois caminhos começaram a andar juntos. Tanto é que eu não optei por usar um nickname como DJ, preferi usar o meu nome para que o lado da publicidade ajudasse no lado de DJ e vice-versa.

Filé060: E como esses lados contribuem um com o outro?

Angelo: O DJ está sempre em contato com pessoas jovens, com novas tendências em relação à arte, moda, comportamento e cultura em geral. E é muito importante para a publicidade ter noção dessas tendências. E isso reflete na minha criação, esse contato me permite criar um trabalho diferenciado. Para mim, ser criativo é você tentar ser diferente nas idéias.

Filé060: Você estuda música assim como você estudou publicidade? Você já freqüentou alguma escola de música ou uma escola de DJ?

Angelo: Não, eu até gostaria de ter uma formação musical, para ajudar na discotecagem. Eu aprendi praticando, mas isso interfere, você pode ter as melhores músicas, mas se você não tiver o domínio técnico, não souber fazer a coisa soar bem, construir esse ambiente musical, a coisa se perde, é como num filme que em um momento romântico entra a música errada.

Filé060: Como você definiria seu estilo como DJ?

Angelo: Eu definiria como nu groove. É um termo um pouco complicado, o nu é uma abreviação de new. Tudo que for uma releitura e tiver uma pegada eletrônica a gente usa o prefixo nu. Hoje nós temos o nu funk, o nu jazz e o new groove. Groove, apesar de não ser uma definição musical, é um bom termo pra definir o som. Já discotequei desde samba até house music, mas hoje me especializei mesmo em nu groove, nu funk e break beat.

Foto: Samuka

Filé060: Tanto o lado publicitário quanto o lado de DJ têm uma preocupação em ser original. Qual desses é o mais difícil?

Angelo: Acho que os dois têm basicamente o mesmo processo, Tanto para ser um bom DJ quanto para ser um bom publicitário, você tem que ter pesquisa. Pesquise seu material de trabalho, pesquise sua matéria-prima, no caso a música ou a informação e transforme aquilo em um produto. Você consegue reunir as músicas que pesquisou, selecionar e fazer delas um set interessante. Você pega toda a informação que leu e faz um texto interessante. E é necessário o talento para fazer com que aquilo surpreenda as pessoas. Enfim o processo é muito similar. Em ambos, você deve tentar entender o quê que o público quer. O DJ trabalha muito com a reação das pessoas, ele vê quando as pessoas estão gostando ou não. Assim como o publicitário deve buscar agradar o seu público.

Filé060: Qual lado você gosta mais?

Angelo: As pessoas já perguntaram, você quer ser publicitário ou quer ser DJ? Eu tenho muito gosto pelas duas, mas minha profissão principal é a de publicitário, é a profissão que me sustenta. Hoje em dia a idéia é que meu trabalho como DJ seja menos freqüente, mas tenha mais qualidade.

Filé060: Então hoje você concentra a sua atividade na publicidade e em alguns convites esporádicos como DJ?

Angelo: É, eu recebo alguns convites para tocar em alguns lounges e em vernisages. Também toco nos festivais de música eletrônica, que foi onde eu comecei. Em dezembro, eu toquei em São Paulo na Tribe, toquei vários festivais na Bahia, e também vou às festas e festivais de música eletrônica. Onde a minha proposta é um pouco mais eletrônica, psicodélica, até porque nos festivais a pegada é um pouco mais diferente.

Filé060: Na publicidade a gente busca várias referências como em vídeos, fotografias, anuários. E na música? Onde você busca referências?

Angelo: Acho que a primeira referência que a gente tem vem da formação musical. Eu considero que meu pai me influenciou muito por me apresentar a black music. Eu cresci ouvindo Kool and the gang, muita discoteca e muito funk. Hoje em dia, o meu som tem muito dessas influências. Eu também procuro buscar uma técnica e um som novo nos DJ’s internacionais, é interessante você ver como eles trabalham. Hoje , tem muita releitura. Releitura de black music e de faixas antigas com uma pegada diferente. Na Internet, o Myspace é um bom canal para ouvir coisas novas, é onde as produtoras e os artistas lançam primeiramente o trabalho, além de ser um bom canal de comunicação entre os artistas.

Filé060: E que música que você gosta de ouvir pra criar?

Angelo: Para criar, eu geralmente escuto só aquilo que eu vou tocar, porque ando com pouco tempo, aí quando eu tenho oportunidade escuto aquilo que eu toco. Preferencialmente músicas sem vocal, a voz cantando me atrapalha um pouco, porque na música eletrônica a batida é mais freqüente.

Filé060: Os dois andam bem juntos?

Angelo: Andam, da mesma forma que um guitarrista poderia ser um publicitário e um artista plástico também conseguiria ser. E nada mais é do que mais uma forma de expressar a criatividade. A publicidade em si é até um pouco limitada, na questão musical e artística, apesar de eu não criar a música, eu posso construir ambientes que sejam interessantes pra você dançar, pra conversar, pra namorar, pra ficar com alguém. E aqui eu tenho até mais liberdade.

Filé060: Qual é o ambiente que você gosta mais de criar?

Angelo: Depende do seu clima, tem dia que a batida está mais acelerada, o ritmo vai variando. Varia de acordo com o horário de trabalho, quando eu toco no começo, o som é um pouco mais devagar, quando é mais pro final eu já acelero um pouco. O meu estado de espírito reflete muito no meu som, assim como na publicidade. Isso acontece com todo o artista, apesar de eu considerar prepotência chamar o DJ de artista. O legal de não tocar freqüentemente é isso, você acaba tocando só pelo prazer.

Filé060: Por que o DJ não pode ser considerado artista pra você?

Angelo: Porque o DJ tem a matéria-prima pronta, você junta aquelas informações uma na outra para criar algo que seja agradável pra quem está ouvindo. Não existe uma criação de produto, existe uma transformação de produto.

Filé060: Para o publicitário não é bom ter uma característica definida, como quando você olha um trabalho e reconhece o autor. Eu imagino que pro DJ seja positivo ter uma assinatura. É bom quando as pessoas reconhecem o seu trabalho, ou é preferível ser versátil, nunca saberem quem está tocando?

Angelo: O bom DJ tem algumas características, ele deve misturar técnica e pesquisa. É aquele DJ que apresenta novidades, que sabe misturar as músicas, e que sabe colocar a música certa na hora certa. Considerando esses aspectos, é interessante que o DJ tenha uma linha, mas ela tem que ser mais abrangente. Ele pode variar, pode misturar, contanto que essa mistura seja coerente com o estilo. A boa característica do DJ não é tocar um único estilo de som, ele pode tocar vários e ainda fazer isso soar bem.

Filé060: Você se considera um Publicitário-DJ ou um DJ-Publicitário?

Angelo: DJ-Publicitário-DJ–Publicitário-DJ-Publicitário (risos).

Foto: Samuka

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Última chamada para a FUNYL

Hoje é o último dia de inscrições das Turmas de Férias da FUNYL.
Tem para Direção de Arte, Mídia e Atendimento. Os cursos da FUNYL são testados aprovados por quem fez e faz propaganda. Fica em Brasília, só a 200km de quem mora em Goiânia, pense que percorrer pode diminuir a distância entre você e o mercado.

Recado dado.

Mais informações.
(62) 3245.3307 -

Brasil ocupa décima posição entre países com maior número de computadores

PCs em uso chegaram a 1,19 bilhão em 2008, diz estudo.
Brasil tem 33,3 milhões de máquinas, ou 2,8% do total.

Um estudo divulgado recentemente pela Computer Industry Almanac aponta que, em 2008, o número de computadores em uso espalhados por 57 países chegou a 1,19 bilhão – os dados são compatíveis com aqueles anunciados pelo Gartner em meados do ano passado.

No ranking das nações que mais têm PCs, o Brasil aparece em décimo lugar, com 33,3 milhões de máquinas (2,8% do total). Veja abaixo essa lista completa.

País Número de PCs (em milhões) Porcentagem
1. Estados Unidos 264,1 22,19
2. China 98,67 8,29
3. Japão 86,22 7,24
4. Alemanha 61,96 5,21
5. Reino Unido 47,04 3,95
6. França 43,11 3,62
7. Rússia 36,42 3,06
8. Itália 35,69 3
9. Coreia do Sul 34,87 2,93
10. Brasil 33,30 2,8
11. Índia 32,03 2,69
12. Canadá 27,63 2,32
13. México 19,13 1,61
14. Austrália 17,01 1,43
15. Espanha 16,71 1,4

Super Bowl envolve cifras milionárias

Evento é o grande momento da publicidade norte-americana, sob os pontos de vista de negócios e de criatividade


Quando o Arizona Cardinals e o Pittsburgh Steelers entrarem em campo no próximo domingo, 1º de fevereiro, para a disputa do Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano, milhões de norte-americanos estarão ligados na televisão protagonizando o maior momento da publicidade daquele país.

E atingir este público, que somente no ano passado chegou à marca de 97 milhões, custa caro, já que, para este ano, os espaços de mídia de 30 segundos foram comercializados pela NBC a US$ 3 milhões. Isso representa uma alta de 11% em relação ao evento no ano anterior, algo teoricamente em dissonância com todos os indicadores de investimento publicitário naquele país, à luz da crise financeira mundial. E até terça-feira, 27, somente quatro dos 67 espaços disponíveis ainda não haviam sido comercializados.

Além do business, o Super Bowl é relevante para a publicidade em termos de criatividade. Os comerciais criados especialmente para veiculação durante o evento são envoltos em intensa expectativa. Muitos deles podem ser conferidos neste levantamento histórico do New York Times.

Para ajudar a entender um pouco o porquê de cada inserção custar US$ 3 milhões, a Nielsen divulgou um apanhado geral com as informações mais relevantes da edição 2008, que servem também de base para os recordes que podem ser quebrados neste ano.

Televisão: em 2008, a disputa entre o New England Patriots e o New York Giants foi assistida por 97,5 milhões de pessoas, sendo o programa mais assistido da televisão no ano naquele país.

Anunciantes: o custo de uma inserção de 30 segundos foi de US$ 2,7 milhões, com um investimento total superior a US$ 195 milhões. A Anheuser-Busch ficou com o maior tempo (quatro minutos), sendo que o comercial com maior audiência foi um da Victoria´s Secret, visto por 103,7 milhões de pessoas; o melhor comercial, na opinião do público, foi um da NFL, a liga de futebol daquele país; o mais lembrado foi um da FedEx.

Online: os anunciantes do Super Bowl assistiram a um salta de 24% no tráfego online no dia seguinte após o último evento. Um comercial da Pepsi com Justin Timberlake gerou a maior repercussão no online.

Música e filmes: na semana seguinte à apresentação de Tom Petty & The Heartbreakers no intervalo, a venda do álbum "Greatest Hits" da banda subiu 196% e o "Anthology: Through the Years" teve alta de 240% na semana.

Além disso, o DVD The NFL Super Bowl XLII foi o mais vendido na temática esportes em 2008 nos EUA.Além disso, a Nielsen detectou que durante os jogos aumenta a vontade de consumir produtos como biscoitos e cerveja. No segundo caso, há claro aumento de consumo nas cidades com equipes envolvidas na decisão.

Outro dado interessante é que os fãs ardorosos da NFL gastam 74% a mais do que a média em produtos de cuidados com a pele. E eles também gostam mais de produtos eletrônicos. E segundo a Nielsen, os fãs do esporte são 138 milhões de norte-americanos, ou mais de 60% da população adulta dos Estados Unidos.

Anvisa suspende comunicação de medicamento

Varicell em cápsulas, do laboratório Eversil, tem campanha suspensa por falta de registro na Anvisa


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão, a partir desta quarta-feira, 27, de toda a comunicação da versão em cápsulas do medicamento Varicell, produzido pelo laboratório Eversil, pois o medicamento não possui registro na agência. O laboratório inscreveu apenas a versão do Varicell em drágeas, o que denota uma infração à legislação.

A entidade já notificou emissoras de TV e empresas de internet que veicularam anúncios do produto em sua programação. A determinação da Anvisa está detalhada na RE 221/09 publicada no Diário Oficial desta quarta-feira, 27, e é válida em todo o território brasileiro.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Consumidores preferem empresas 'verdes'

Pesquisa encomendada pelo Havas Digital em nove países, inclusive no Brasil, apurou que oito em cada dez consumidores preferem adquirir produtos de empresas que tentam diminuir o impacto ambiental e que 90% estão inclinados a comprar itens ecologicamente corretos nos próximos 12 meses, sendo que 38% deles estão dispostos a pagar mais por esses produtos.

O estudo encomendado pelo grupo francês - que no Brasil controla as filiais da Media Contacts (publicidade digital) e da Mobext (mobile marketing) - foi realizado, além de no Brasil, nos EUA, Inglaterra, Espanha, Alemanha, China, Índia, França e México.

Foram realizados 18 grupos de discussão dirigida e mais de 11 mil entrevistas individuais online, sobre 200 marcas distintas.

Os consumidores desses países participantes representam 53% dos usuários mundiais de internet.

Ricardo Reis, gerente regional do grupo Havas Digital na América Latina, afirma que a pesquisa mostra que os consumidores estão engajados com o tema das mudanças climáticas e esperam que as empresas sejam condutoras nesse caminho pela busca de soluções.

Quanto aos resultados específicos do Brasil, 97% dos participantes acreditam que as mudanças climáticas vão afetar diretamente a eles e às suas famílias e que, para resolver o problema, precisarão modificar a forma como vivem.

O Brasil é o país com maior disposição para mudanças e o mais preocupado com o problema”, diz Reis.

Quatro em cada dez brasileiros crêem que o governo está empenhado em combater as mudanças climáticas.

Os entrevistados no país ainda acham que o setor de óleo/ combustível é, dentre todos os setores da economia, o que mais prejudica o meio ambiente.

Por outro lado, “Mídia” e “Telecomunicação” são percebidos como os que menos prejudicam.

Nos próximos 12 meses, 38% dos participantes do Brasil estariam dispostos a pagar um pouco mais por esses bens e 91% dos brasileiros preferem comprar de empresas que estão tentando reduzir sua contribuição para o aquecimento global.

O estudo dividiu os consumidores em três categorias, de acordo com seus diferentes comportamentos frente ao assunto: os Eco-Indiferentes, os Eco-Atentos e os Eco-Engajados.

Os Indiferentes marginalizam o tema e não assumem responsabilidades. Os Atentos têm um sólido entendimento do assunto e estão preocupados com as conseqüências em nível pessoal. Os Engajados são muito focados no assunto e pensam nas conseqüências sociais do tema.

Aproximadamente 80% das pessoas entrevistadas estão no grupo dos Atentos ou Engajados.

Com 58%, o Brasil é a nação que possui a maior proporção mundial de Eco-Engajados, à frente do México (56%) e da Índia (50%) e bem à frente de países como a Alemanha (15%) e a Inglaterra (17%).

O país também possui a menor proporção mundial de Eco-Indiferentes, com 6% somente.

IPVA 2009 ficou 30% mais 'caro' para o brasileiro

Base de cálculo do imposto leva em conta valor médio de setembro.
Com a crise em outubro, carros usados perderam 30% do valor

Proprietários de veículos podem se assustar com o IPVA ao comparar com o valor atual de mercado do veículo. O cálculo para o pagamento do imposto está baseado nos valores da tabela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) de setembro de 2008. Com a crise desencadeada a partir de outubro, os valores dos automóveis caíram e a tabela não condiz com os preços negociados nas lojas que trabalham com veículos usados. Ou seja, o brasileiro acaba pagando um valor maior de IPVA.

“Os valores da tabela são resultados de uma média dos veículos cotados durante o mês de setembro e quem determina isso é a lei”, afirma o coordenador técnico do setor de veículos da Fipe, João Alves. O especialista também esclarece que o desconto de IPI sobre os carros, de acordo com a medida do governo anunciada em dezembro, não influencia em nada o cálculo do IPVA. “Nem teria sentido calcular isso”, diz.

O cálculo foi questionado pelo presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Sérgio Reze. Segundo ele, a média de preços dos veículos usados está 30% menor em relação a setembro.

Tecnologia colaborativa atinge 90% do público da Campus Party, diz Ibope

Redes sociais, blogs e sites como a Wikipedia compõem essa categoria.
Pesquisa visa traçar perfil dos ‘heavy users’ de tecnologia no país

Na semana passada, durante a realização da Campus Party, o Ibope entrevistou 600 participantes do encontro de internet em São Paulo para traçar um perfil dos heavy users (“usuários intensivos”, em tradução livre) de tecnologia no país.

De acordo com o levantamento, 90% desse público está envolvido com tecnologias colaborativas – seja como consumidores ou produtores de conteúdo. Fazem parte dessa categoria as redes sociais, os sites colaborativos como a Wikipedia, os blogs e outras páginas que permitem interação.

Dos entrevistados, 87% possuem perfil em algum site de relacionamento, 17% atualizam as informações dessas páginas pelo menos uma vez ao dia, 91% têm interesse em blogs, 31% são autores desses diários virtuais, 21% contribuem diariamente com fóruns de discussão, 38% já colaboraram pelo menos uma vez na edição de artigos “wiki” (como a Wikipedia), 87% utilizam “wikis” como fonte de informação, 24% estão no microblog Twitter e 28% são adeptos dos agregadores de notícia".

Os principais chamarizes das tecnologias colaborativas para esse público são diversão (29%), desenvolvimento profissional/vantagens financeiras (25%) e aprendizagem e educação (24%).

Novo Player Power.com reúne redes sociais em um único endereço e facilita vida dos internautas

Com uma série de sites de relacionamento mundialmente estabelecidos e outros surgindo a todo o momento, fica cada vez mais difícil para os internautas administrarem senhas e perfis pessoais na internet mundial. Com a proposta de justamente facilitar a vida dos usuários e faturar com essa "superpopulação" de redes sociais, a empresa brasileira Power.com vem conquistando o mundo com uma idéia simples: uma tecnologia que reúne em uma só página e com um único login os perfis criados nos diferentes endereços - Orkut, MySpace, Hi5, Messenger e Facebook, entre outros já em compilação. Dessa forma é possível gerenciar gratuitamente os grupos de comunidades, recados, amigos, fotos e vídeos a partir de um só lugar.

Sediada no Rio de Janeiro, a Power.com possui em Salvador um escritório onde concentra a maior parte de seus desenvolvedores e colaboradores. Disponibilizar sua tecnologia para que outras páginas a coloquem a serviço dos internautas e publicidade são as duas formas de receita da companhia. "Hoje, o licenciamento de nossa plataforma é responsável por 80% do nosso faturamento, mas a idéia é que, em dois anos, a publicidade represente 50% ou mais", diz Steve Vachani, presidente da Power.com.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Hoje tem publicitário mostrando o Lado B

Pra quem não sabe, está rolando um Torneio humorístico no Escritório do Chefe, barzinho que fica próximo ao Extra ao lado do Colégio Militar. Acontece todas as terças, à partir das 21:30. Os inscritos fazem sua apresentação, seja com piadas ou com Stand Up, e os melhores se classificam para a final, que acontece na última terça-feira de cada mês. São dois jurados que votam até com 10 pontos para cada candidato, e em caso de empate tem o voto popular que vale até 3.

O nosso amigo Hugo Machado, diretor de arte da Ilimitada se classificou na terça-feira passada para a grande final, que acontece hoje. Desde pequeno o Hugo se destacou pelas piadinhas, gracinhas e um racicínio rápido para o humor. Fez diversas apresentações em festas de amigos, da agência e até em clubes em Caldas Novas.

Quem quiser ir conferir, dar umas risadas, tomar um cerveja gelada e dar uma força para esse nosso companheiro de mercado, está feito o convite.

Por João Gabriel.

Como é que tá lá - João Gabriel

Quando o Paulo pediu que eu escrevesse um texto contando sobre a minha mudança pra Brasília, na hora eu pensei: FUDEU! Porque que ele não me pede pra refazer o layout do blog? Porque ele não me pede pra layoutar um fantasminha? Mas bele, vamos lá. Topei pelo exercício de escrever um pouco e, quem sabe, ainda ajudar alguém.

Primeiramente, eu quero me apresentar, meu nome é João Gabriel, sou formado em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Cambury (2005) e trampo em agência desde então. Comecei na Ilimitada onde pude ver que meus 4 anos de faculdade não me ensinaram tanta coisa como eu imaginava. Não quero incentivar ninguém a jogar fora o diploma ou desistir do curso, mas na prática é muito mais fácil aprender, por isso indico uma coisa: faça estágio!

Da Ilimitada fui para a Jordão onde aprendi muito também com diversos diretores de arte e redatores de lá, galera muito bacana, e também peguei mais ritmo de agência. Fiquei lá pouco mais de um ano e meio, e nesse tempo até consegui ganhar o prêmio Meio & Mensagem num trampo que fiz com o André Barreiros para o Jornal O Popular.

Eu sempre fui inquieto e sonhei tentar a vida em mercados maiores, ou melhor, Sampa. E enquanto não chego lá, vou me preparando como posso. Já fiz diversos cursos de aperfeiçoamento. Pacote Adobe com o André Aguiar e com o Randel, fiz Funyl com o Mauro Assis (aprendi demais) e o último deles, direção de arte avançada na ESPM. Com certeza correr atrás fazendo esses cursos foi e está sendo muito importante.

E então pintou uma oportunidade que eu não esperava de me mudar pra bsb. Resolvi agarrá-la. Quando as negociações começaram eu nem acreditei, mas depois de uns 10 dias, eu já estava aqui na SetteGraal Nossagência. Uma agência local com forte volume de varejo, mas ainda assim bem diferente de tudo o que eu tinha vivido até então.

Desde setembro, pude perceber várias diferenças entre os dois mercados, e acho que elas se devem a dois principais fatos:
• Os clientes aqui são mais maduros e apostam mais na comunicação.
• Presença de grandes agências aqui para atender contas de governo puxam o mercado pra cima.

Por isso aqui temos um pouco mais de prazo, dá tempo de ter mais idéias e o layout acaba saindo com uma cara melhor. Não é necessariamente grana que faz a diferença e sim a mentalidade, O cliente geralmente produz foto porque sabe que é preciso o mínimo de qualidade para ir pra rua. A foto não será clicada pelo Bob Wolfenson, mas também não será uma imagem Royalty Free. A relação com a direção de criação também é diferente. Começando que o trabalho em dupla aqui é durante todo o processo, diferente de Goiânia que, geralmente, o redator cria e o D. A. só faz o layout. Aqui, você tem que pensar o tempo que for preciso, até chegar am alguma coisa realmente boa. Se for preciso, a agência corre atrás de prazo só pra não levar algo que realmente acredite. As verbas e a realidade dos clientes para os quais eu trabalho aqui são muito semelhantes aos de Goiânia, mas o processo inteiro é mais organizado e se esforça mais por um resultado melhor.

Mas em compensação, aqui eu não tenho muitos amigos, não tenho minha familia, e não é tão fácil fazer amizade como em Goiânia. Pra muitos isso não é muita coisa, mas pra mim dificulta um pouco a vida. Acho que depois de mais um tempo lidarei melhor com isso.

Não quero desencorajar ninguém com esse último comentário, muito pelo contrário. Acho que todo mundo tem que trabalhar um pouco em outros mercados pra aprender, se desligar um pouco das raízes, crescer e se encontrar. Eu ainda não me encontrei e sei que pra isso preciso passar em Sampa e em outros países talvez. Mas um degrau de cada vez.

Bom, acho que é isso.
Quem tiver afim de tentar vir pra bsb e quiser uma ajuda, trocar ideia, estou aí.
Meu email é joaogabriel1984@gmail.com e pra quem estiver precisando de trampos freela e tal, esse aqui é o meu portifólio on line http://joaogabriel.carbonmade.com

Abração a todos, e valeu pelo espaço, Paulo.

Site da Casa Branca licenciado com Creative Commons

Desde a última terça-feira, os internautas que acessarem o site da Casa Branca vão encontrar diversas novidades. A primeira e mais óbvia é que agora o presidente é Barack Obama, que assumiu o cargo no último dia 20. A outra, menos evidente, é que agora todo site, com exceção das áreas em que houverem ressalvas, está licenciado em Creative Commons 3.0, o que significa que todo seu conteúdo pode ser copiado, distribuído e livremente adaptado, livre de copyrights.

Com público de 3,6 milhões, "Se Eu Fosse Você 2" lidera bilheterias pela quarta semana

Pelo quarto fim de semana seguido, "Se Eu Fosse Você 2" liderou as bilheterias do país. A comédia estrelada por Tony Ramos e Glória Pires levou mais de 319 mil pessoas ao cinema e já soma um público total de 3,6 milhões de pessoas, a mesma marca que o primeiro filme da série atingiu no total.

O longa deixou para trás as estreias de "Austrália", "Surpresas do Amor" e "Um Faz de Conta que Acontece". As informações são do site Filme B.

Para efeito de comparação, "Tropa de Elite", o filme mais visto do país em 2007, teve um público total de 2,4 milhões de pessoas. "Meu Nome Não é Johnny", o maior sucesso nacional de 2008, de 2,1 milhões.

Veja o ranking completo do fim de semana:

1) Se Eu Fosse Você 2
2) O Curioso Caso de Benjamin Button
3) Um Faz de Conta que Acontece
4) O Dia em que a Terra Parou
5) Austrália
6) Surpresas do Amor
7) Marley e Eu
8) Bolt - Supercão
9) Madagascar 2
10) Sete vidas