sexta-feira, 15 de maio de 2009

Microsoft acha que encontrou o ponto fraco da Apple - o preço

Tudo indica que a Microsoft finalmente encontrou o calcanhar de aquiles da Apple. Depois de muito tempo nas cordas, acuada pela brilhante campanha Mac x PC, a Microsoft inspirou-se na crise econômica para contragolpear com mais eficiência sua arquirival. Na sua mais recente campanha, diversos clientes tentam comprar computadores Apple, mas esbarram no preço. Porém, acabam encontrando PCs com desempenho semelhante e preços bem mais convidativos

Animada com os resultados dessa estratégia, a Microsoft resolveu estende-la para um território mais acidentado – o dos tocadores de mp3. Um viral na web mostra Wes Moss (foto), um desses consultores financeiros pessoais que aparecem dando conselhos na TV, explicando aos consumidores que para encher um iPod de 120 gigabytes com músicas compradas a 1 dólar cada uma, eles gastariam nada menos que USD 30 mil. Em contrapartida, o Zune, da Microsoft permite que seu usuário baixe indefinidamente quantas músicas quiser por apenas USD 14,99 mensais.

Só o tempo dirá se essa abordagem pode mesmo mudar a direção dos ventos e trazer dias melhores para a empresa de Bill Gates.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Globo credita fuga de patrocinadores à crise

Depois de Finasa, Brasil Telecom, Medley e Ulbra, a Unisul também suspendeu seu patrocínio ao voleibol profissional. A Universidade do Sul de Santa Catarina, no entanto, apontou a Rede Globo, detentora dos direitos de transmissão da Superliga de Vôlei, como um dos principais motivos da decisão.

Em comunicado oficial, a Unisul destacou que nos últimos meses, para manter uma equipe competitiva, aceitou reduzir o seu nome no uniforme dos atletas e até em placas publicitárias. Também preferiu silenciar-se diante da decisão da emissora de televisão, exclusiva na retransmissão dos jogos, de omitir o seu nome na identificação da equipe. Para a Globo, o time era chamado de Joinville, e não Tigre/Unisul/Joinville.

Também via nota oficial, a emissora responde as afirmações apontando a crise como principal fator da escassez de patrocinadores no esporte. A Globo sustenta que não cita as marcas dos patrocinadores para "ajudar o público a reconhecer a existência de fronteiras entre editorial e comercial".

Confira abaixo o comunicado da Central Globo de Comunicação:

"Os critérios que orientam as decisões das equipes de Jornalismo e de Esportes da Globo, de citar e exibir marcas, atendem a uma finalidade: ajudar o público a reconhecer a existência de fronteiras entre editorial e comercial, além, é óbvio, de resguardar, legitimamente, o modelo de viabilização da TV aberta, cujo sustento deve advir exclusivamente da comercialização dos intervalos e de outros formatos comerciais.

A Globo considera que a visibilidade natural proporcionada aos patrocinadores de equipes e eventos, em transmissões e reportagens, por si só agrega valor às marcas e gera ganhos de imagem para as empresas investidoras no esporte, dado o imenso alcance de público da televisão aberta.

É curioso que, justamente no momento em que o mundo atravessa grave crise econômica, empresas aleguem que vão encerrar projetos esportivos porque suas marcas não são citadas. Ainda que estes projetos esportivos tenham recebido durante anos - às vezes décadas - o mesmo tratamento atual, o que prova terem sido vitoriosos e assegurado retorno para os patrocinadores que a eles se associaram.

A eventual frustração de empresas patrocinadoras por não terem conseguido, na Globo, a chamada "mídia espontânea", na intensidade pretendida, reforça nossa convicção quanto ao acerto de nossas políticas."

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Whereabouts Clock

Que tal monitorar a localização física dos seus filhos, marido ou esposa, namorada ou amante (rs), através de um aparelho do tamanho de um porta retrato, que pode ficar na estante, em cima da mesa, ou em qualquer outro lugar da casa ou do escritório?

Estranho? Talvez. Mas foi isso que os cientistas da Microsoft Research, braço de pesquisa em Cambridge – UK, desenvolveram e já estão testando em algumas residências inglesas.

O Whereabouts Clock, que de relógio não tem nada, monitora a localização dos integrantes de uma família através do sinal do telefone celular de cada um, e apresenta os dados em um mapa digital. O mapa possui três categorias: “trabalho”, “escola” e “casa”. Todas as vezes que alguém estiver em um destes locais, o aparelho mostrará um ícone com a foto da pessoa na localização correspondente.

França aprova projeto que desconecta quem faz download ilegal

A Assembléia Legislativa da França aprovou nesta terça-feira (12) um projeto de lei que permite desativar as conexões de internet daqueles que forem pegos repetidamente fazendo download ilegal de filmes e música, criando o que poderá ser a primeira agência governamental para rastrear e punir piratas on-line. O Senado francês deverá aprovar a medida já nesta quarta-feira (13).

O projeto de lei foi aprovado por 296 votos a 233, mostrando a força dos aliados do presidente francês, Nicolas Sarkozy, o principal defensor da proposta antipirataria. Alguns apontam, inclusive, que a medida tenha sido incentivada pela primeira-dama francesa, a cantora e modelo Carla Bruni.

A proposta votada nesta terça desafia a medida aprovada pelo parlamento europeu na semana passada, que proíbe que os governos integrantes da União Europeia cortem a conexão de internet de cidadãos sem antes passar por um tribunal de Justiça. A medida ainda requer uma decisão final, conforme negociações com o Conselho Europeu.

Muitos alegam que a nova lei vai contra a liberdade individual, ao negar que os acusados de pirataria na internet tenham o direito de questionar as acusações feitas contra eles. Outros têm medo de que a medida possa favorecer o aumento de práticas governamentais no estilo "Big Brother", invadindo cada vez mais a privacidade dos cidadãos.

Mas as indústrias fonográfica e cinematográfica, além dos próprios artistas, acreditam que o projeto de lei é um passo decisivo no combate à pirataria on-line na França, onde as vendas de CD e DVD tiveram uma queda de 60% nos últimos seis anos.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Pecados Mortais na Gerência de Contas

por Bruce Kelley - Retirado do blog Atendimento Publicitário


Pergunta: Quais os piores erros que um Atendimento pode cometer?

Infelizmente, Gestores de Conta são constantemente avaliados da mesma forma como se avalia ginástica ou competição de mergulho. Quero dizer com isso que a sua avaliação enquanto Atendimento é muito frequentemente determinada pelos erros que você cometeu e não pelo valor de sua contribuição.

Sendo assim, num esforço para evitar os grandes erros, aqui seguem alguns dos piores para que voce nunca os cometa:

Esquecer-se de algo que você se comprometeu a entregar ao cliente
Seja não retornar os telefonemas, faltar a uma reunião ou não cumprir um prazo – tudo isso, além de falta de educação, sinaliza para o cliente que o seu negócio é menos importante para você do que outras coisas. É importante que o cliente sempre sinta que o seu negócio e o trabalho que dali deriva estão no topo de suas prioridades.

O Cliente achar que você está recomendando uma campanha para que a agência ganhe um prêmio em vez de recomendar o que é adequado ao negócio dele
Você precisa assegurar-se de que o cliente percebe que você “saca” do seu negócio e de suas necessidades. Nunca permita que ele questione as suas prioridades. Se ele o faz, você também se arrisca a ter a sua própria credibilidade questionada.

O Cliente pegar você na mentira
Não faça isso! Diga a verdade porque isso é a coisa certa a se fazer (e a mais fácil de se lembrar). Se você mente ou maquia a verdade, somente coisas ruins podem daí advir. Você vai irritar seu cliente, vai perder a credibilidade e causar uma má impressão sobre a agência.

Não passar informações ao seu chefe (a respeito das coisas boas e más)
Não é necessário que você conte tudo ao seu supervisor, mas você precisa ter noção do que ele precisa saber. Nunca deixe seu chefe naquela situação em que ele não sabe algo que deveria saber quando ele estiver na frente de um cliente. Isso ajudará seu chefe a ser adequadamente proativo.

Denegrir a agência para o cliente
Tentar obter apoio do cliente através desse tipo de expediente é uma má ideia (mesmo que o cliente concorde). Se você faz uma coisa dessas, no longo prazo é mais provável que o cliente forme uma opinião negativa sobre você e sobre a agência. Tente ser um Atendimento do tipo “copo meio cheio, não copo meio vazio”.

Prometer demais, entregar de menos
Sempre devemos estar na posição daquele que supera as expectativas do cliente. Se a gente “vende demais” e deixa que as expectativas fiquem irrealisticamente altas, vamos gerar uma imagem ruim da agência e erodir nossa credibilidade com o cliente, caso a gente não cumpra o que prometeu.

Colocar seu cliente em má situação na frente do chefe dele
Você ganha muito pouco ou nada quando coloca seu cliente em maus lençóis na frente do chefe dele. É uma boa forma de fazer com que a agência seja dispensada. Mas mesmo que isso não aconteça, o cliente jamais se esquecerá desse fato. E é provável que o chefe de seu cliente também desaprove esse comportamento. Faça um esforço na direção oposta. Faça com que seu cliente se pareça com um herói em frente de seu chefe. É como pagar dividendos de longo prazo.

Não falar claramente para a agência a respeito de como o cliente se sente
Não mascare ou suavize a respeito de como o cliente se sente para não ferir os sentimentos da agência. Primeiramente porque isso é uma perda de tempo valioso. Em segundo lugar porque daí pode resultar um trabalho feito de forma equivocada. Terceiro: você vai perder credibilidade interna, especialmente com o pessoal da criação.

Tomar o crédito para si em vez da equipe da agência
Além de errado (e egoísta), esse comportamento vai de encontro ao nosso objetivo em fazer o cliente achar que a agência é indispensável, e não uma única pessoa. Embora os clientes acabem gravitando em torno de algumas pessoas específicas que lidam com a conta, precisamos nos assegurar que eles estejam felizes com a agência como um todo, de forma a que eles nãos fiquem preocupados quando tivermos que fazer alguma troca de profissionais.

Falar mal do cliente
Independentemente do comportamento do cliente ou de suas decisões, nunca é boa idéia falar mal do cliente pelas costas dentro da agência. Um mau exemplo para quem é junior. Além de promover uma baixa moral. E, se um dia o cliente fica sabendo, pode haver repercussões desastrosas.


Há muitos anos, no meu primeiro dia de agência como Assistente de Atendimento, meu supervisor me disse que eu nunca ganharia “pontos” por fazer um bom trabalho, mas poderia perder pontos se fizesse alguma besteira. Embora isso tenha me ajudado a pensar de forma a me antecipar aos acontecimentos, eu não concordo em conclusão. A gerência de contas pode e deve agregar um real valor ao relacionamento com o cliente e à qualidade de nosso produto. Saber quais erros evitar ajuda a manter um forte e pleno relacionamento com o cliente. E que poderá durar por muito tempo.

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(*) Bruce Kelley é vice-chairman da agência The Martin Agency. Ele foi Atendimento por muitos anos em agências badaladas como: Ogilvy & Mather, Doyle Dane Bernbach e J. W. Thompson. Kelley escreve periodicamente para o site da AEF- Advertising Educational Foundation, de onde esse artigo foi tirado.

Enox cresce apostando na força do indoor

Já é bem comum encontrar displays, adesivos e peças decorativas que trazem o logotipo de alguma marca em mesas, banheiros, paredes e outros pontos de inúmeros estabelecimentos. Diversos desses trabalhos têm a assinatura da Enox, empresa que apostou na mídia indoor e hoje conta com uma extensa fonte de canais de contato com o público.

Com cinco anos de existência, a agência tem 22 escritórios espalhados por 17 Estados do País. A Enox acredita que chegou o momento de se reapresentar ao mercado. Por conta disso a empresa transferiu a sua sede de Curitiba para São Paulo e integrou à sua comunicação o conceito "in", que faz referência ao segmento indoor, porém procura materializar o poder de alcance e diversidade dos serviços prestados aos clientes.

"Queremos transmitir a imagem de uma indústria de comunicação indoor, com trabalhos capazes de fazer as pessoas se envolverem diretamente com as marcas e de falar a linguagem do público-alvo", explica Ernesto Villela - que divide a sociedade da Enox com José Pires, Rafael Cordeiro, Patrick Parker e Gustavo Gasparin.

A história do empreendimento começou em 2004, em Curitiba. No início, a Enox fazia parcerias com bares, restaurantes e estabelecimentos locais e, posteriormente, oferecia aos anunciantes a possibilidade de expor suas marcas dentro desses lugares. Como as ações poderiam explorar qualquer espaço desses ambientes, a variedade de serviços logo começou a crescer.

Depois de ultrapassar a fronteira paranaense, a Enox começou a estabelecer contratos com anunciantes de alcance nacional. Atualmente, é detentora do espaço de 5 mil estabelecimentos em todo o Brasil. Para facilitar o direcionamento das estratégias com o público-alvo foram criados nove diferentes canais: lojas de departamentos, bares, academias, drogarias, redes de lojas de grife, restaurantes, salões de beleza, lan houses e escolas e quadras de futebol. Há ainda um canal aberto, chamado on demand, destinado a contemplar ações cujo target não esteja contemplado nas outras opções.

Durante esses cinco anos de trabalho, a Enox já acumula a realização de ações para clientes dos mais variados segmentos como Bradesco, Sony, Claro, Nissan, Coca-Cola, L'oreal, Editora Abril, Brastemp, entre outras. Com o recente lançamento do novo website - que funcionará como um canal de recepção direta dos briefings dos serviços - a expectativa é a de que essa lista cresça ainda mais.

Para 2009, a agência planeja a abertura de mais dois canais de atuação. Estuda também seu avanço para fora do Brasil. "Ainda há um espaço muito grande para ocupar", aposta Villela.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Tô velho - Avô dos minigames, portátil Game Boy comemora 20 anos de idade

Há 20 anos a japonesa Nintendo lançava o Game Boy, clássico videogame portátil que serviu de plataforma para personagens como Super Mario e Pokémon e vendeu 200 milhões de unidades do mundo todo.

Quando o portátil foi lançado, em 1989, o Japão vivia sua explosão econômica e “Like a prayer”, de Madonna, liderava as paradas musicais internacionais - os videogames haviam acabado de migrar dos fliperamas para as residências.

No Japão as crianças ocupavam suas TVs com o console Famicom, além de games portáteis mais simples, como o Game and Watch.

O Game Boy, vendido na época a 8 mil ienes (US$ 80 na conversão atualizada), era o primeiro videogame portátil com entrada para cartuchos e que prometia aguentar “35 horas de jogo com apenas quatro pilhas”.

“As crianças ficaram encantadas em poder jogar nos trens depois da escola”, relembra Hirokazu Hamamura, chefe da editora Enterbrain, especializada na indústria de games. “Se a Nintendo supera seus rivais nessa área, hoje, é porque a companhia passou décadas no universo do jogo como atividade social”, diz ele.

Das cartas para os games

Baseada em Kyoto, a Nintendo iniciou atividades em 1889 fabricando jogos de cartas e passou para o ramo dos brinquedos no início do século 20. Em 1983 lançou o Famicom, que no Ocidente ganhou o nome de Nintendo Entertainment System (NES, vulgo "Nintendinho").

“A Nintendo entendeu o público jovem, o que não era o caso de seus concorrentes, como a Sony, que buscava os adultos”, diz Hamamura. A Sony introduziu o walkman em 1979, mas só lançou seu videogame portátil, o PSP, em 2004, muitos anos depois do Game Boy.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Um pouco de gripe

Texto de André Barreiros, redator na Matisse.

GRIPE DO CONTROLE REMOTO

Gripe do porco.
Gripe do frango.
Ebola.
AIDS.
Crise mundial financeira.

Eu invento a doença e a cura.
Concebo a calamidade pública, o estado de sítio.
Eu sou a máscara protetora.
Sou o antídoto e vou esgotar nas farmácias.
Uso a TV para contagiar. É ela quem espalha o vírus.


Charge de Paulo Zarat, redator na BorghiErh/Lowe

Problema moderno demais

Enviado por Sara Oliveira, redatora da Jordão.


Apoiado na classe C, consumo nacional deve crescer

Por mais que a crise econômica ainda seja um desafio - e um temor - para os negócios do País, o consumo dos brasileiros no ano de 2009 deverá aumentar, com grande destaque para movimentação de compras gerada pela classe C e por suas subdivisões.

A conclusão é resultado dos dados apurados pela empresa Target Marketing em relação ao IPC-Target do Brasil em Foco 2009, indicador do potencial de consumo da nação, que leva em consideração os 5.565 municípios do País.

De acordo com a pesquisa, o consumo dos brasileiros neste ano irá superar a marca de R$ 1,863 trilhão, o que aponta para um crescimento das despesas familiares superior em 1,6% à própria projeção de crescimento do Produto Interno Bruto Nacional (PIB). A expectativa de consumo é alicerçada em uma projeção de crescimento da população, que deverá alcançar o total de 191,5 milhões de habitantes até o final do ano.

A classe C deve aumentar a sua potencialidade de consumo, ampliando a sua participação no montante nacional. Mesmo dividida em subgrupos - como a classe C2 (que, em termos de renda, estaria mais próxima das classes D e E) e C1 (que se aproximaria da classe B) - a classe C, unida, deverá representar R$ 532,8 bilhões no total do consumo nacional. Considerando apenas o subgrupo de menor poder aquisitivo dessa classe, a movimentação gerada deverá ser de R$ 314,6 bilhões, o que corresponde a 17,8% do total do consumo nacional das áreas urbanas.

Por conta desse crescimento, a tradicional "classe média" deverá perder um pouco de espaço, já que passará a receber os representantes da classe C1, que passaram a deter um maior poder de consumo. Apesar disso, a força dessa fatia ainda é grande, devendo ser responsável por cerca de R$ 723,6 bilhões - o que corresponde a 41% de todo o consumo nacional.

Em termos de mobilidade social, a pesquisa aponta uma possível tendência de queda no poder de consumo das classes A2, B1 e B2, e aumento do poder das classes C1 e C2. Em relação á concentração por região, o Sudeste continua sendo a área onde mais se consome no Brasil, sendo responsável por 51,4% do total do consumo nacional. O Nordeste aparece na vice-liderança, respondendo por 18,8% do total do consumo, enquanto a Região Sul aparece em terceiro lugar, devendo gerar por 16,3% de todo o consumo do País neste ano. A região Centro-Oeste aparece em quarto lugar (7,8% de participação) e a Norte vem em quinto, com 5,7%.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Acompanhe o Twitter de Alex Bogusky

Clique aqui para ver o perfil de Alex Bogusky no Twitter. Ele tinha cancelado o seu perfil há alguns meses, mas não resistiu ao sucesso do micriblog e voltou. PraLink quem não sabe, ele é sócio de uma das agências mais criativas do mundo. A Crispin Porter + Bogusky.

A revolta das máquinas - Robô que atacou funcionário rende multa de R$ 6,7 mil na Suécia

O funcionamento inesperado de um robô em uma fábrica de Estocolmo, na Suécia, resultou em sérios danos a um funcionário e rendeu multa de 250 mil coroas suecas (o equivalente a R$ 6,7 mil) à empresa, segundo o jornal "The Local".

O acidente aconteceu em junho de 2007, ao norte de Estocolmo. O funcionário, que fazia manutenção de equipamentos, desativou uma máquina e se aproximou dela para os procedimentos necessários. O robô, porém, passou a funcionar e "atacou" o trabalhador com os dispositivos normalmente utilizados para carregar pedras pesadas.

"Nunca vi algo assim, um robô atacar alguém" disse o procurador Leif Johansson, que aplicou multa equivalente a R$ 6,7 mil à empresa. Ele culpou a companhia por utilizar métodos de segurança inadequados, mas também responsabilizou, em parte, o funcionário atingido.

Novo disco armazena conteúdo equivalente ao de cem DVDs

A General Electric anunciou nesta semana a criação de uma tecnologia de armazenamento óptico capaz de arquivar 500 GB em um único disco -- o conteúdo equivale ao de cem DVDs tradicionais ou de 20 discos Blu-ray. Apesar do anúncio, a companhia não divulgou quando a novidade estará disponível no mercado.

O segredo da novidade está no tipo de material microholográfico utilizado pelo disco, que ainda está em fase de desenvolvimento. Segundo a empresa, a novidade poderá rodar em tocadores “muito similares ao do Blu-ray or DVD”. Enquanto essas duas alternativas guardam informação apenas na superfície do disco, a nova tecnologia utiliza todo o volume do material que compõe o disco para realizar o armazenamento.

“Hologramas, ou padrões tridimensionais que representam bits de informação, são gravados no disco e então podem ser lidos. Apesar de a tecnologia holográfica de armazenamento da GE representar um marco, o formato [de armazenamento dos dados] e hardware [para leitura do conteúdo] são tão parecidos com a atual tecnologia de armazenamento óptico que os tocadores microholográficos também poderão rodar CDs e DVDs”, afirmou a companhia, em comunicado.

Ainda de acordo com o anúncio, a GE trabalha no desenvolvimento dessa tecnologia há seis anos. Futuramente, diz a companhia, o armazenamento em um único disco poderá chegar a 1 terabyte de dados (o equivalente a dois discos de 500 GB).